Brasilia Waves
Brasília · DF — o projeto que o tempo esqueceu
O veredito
O Brasilia Waves foi anunciado em 2019 com Wavegarden, terreno perto do aeroporto e Ítalo Ferreira no time — e desde cerca de 2021 não produz uma notícia sequer. O projeto segue tecnicamente vivo num lugar revelador: o portal de captação de investimentos do Ministério do Turismo, listado como oportunidade à espera de investidor. Não há cancelamento formal, não há obra, não há cronograma.
Não confunda com a reforma pública da Piscina com Ondas do Parque da Cidade — o equipamento histórico de lazer que o GDF promete reabrir em 2026; são projetos distintos, e a piscina pública não é uma lagoa de surf de onda viajante confirmada.
A onda
A avaliação técnica precisa esperar a água. O que se pode dizer com segurança é o que vale para qualquer lagoa de ondas moderna: o formato final depende da tecnologia escolhida, do tamanho da bacia e da batimetria construída no fundo, e não da altura anunciada em material de divulgação. Num mercado sem cultura de surf consolidada como o do Planalto Central, o desenho mais provável e mais sensato é priorizar configurações de iniciante e intermediário, que sustentam escola e volume, com janelas de sessão avançada em horários específicos.
Como surfar aqui
Não se surfa e não há qualquer previsão: o projeto está sem movimento público desde ~2021, listado em portal de captação de investimento.
ficha verificada em 2026-09-01
O que dizem
- Entusiasmo local com a ideia de surfar sem sair do Distrito Federal (comentários de praticantes e redes sociais)
- Destaque para a proposta de acesso público, incomum entre os projetos brasileiros (imprensa especializada)
- Dúvidas sobre prazo de entrega e sobre o custo operacional de água e energia no clima seco do Planalto (fóruns de surfistas e cobertura regional)